Tratamento de periodontia em Salvador para saúde da gengiva e prevenção da doença periodontal

Tratamento de Gengiva no Salvador Dental Studio

Saúde gengival como base para um sorriso saudável e duradouro

A periodontia é a especialidade odontológica responsável pela prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças que afetam os tecidos de suporte dos dentes — gengiva, osso alveolar e ligamento periodontal.

No Salvador Dental Studio, oferecemos tratamento periodontal em Salvador com diagnóstico preciso, tecnologia moderna e acompanhamento especializado para preservar a saúde das gengivas e dos dentes dos nossos pacientes. Nossa equipe acompanha cada caso de forma individualizada, do diagnóstico inicial à fase de manutenção, para que a saúde gengival sustente com previsibilidade qualquer outro tratamento odontológico.

Localizada no Caminho das Árvores, nossa clínica atende pacientes de toda Salvador com estrutura completa e equipe multidisciplinar preparada para tratar desde casos iniciais de gengivite até periodontite avançada.

Por que escolher o Salvador Dental Studio?

✓ Diagnóstico periodontal completo, com sondagem clínica detalhada
✓ Avaliação complementar por raio-X digital, para medir o nível ósseo
✓ Tratamento individualizado para gengivite e periodontite
✓ Raspagem e alisamento radicular com anestesia local
✓ Cirurgias periodontais quando realmente indicadas pelo quadro clínico
✓ Planejamento integrado com implantes, próteses e reabilitação oral
✓ Equipe com 7 especialistas atuando de forma coordenada
✓ Clínica localizada no Caminho das Árvores, Salvador

Agende sua avaliação pelo WhatsApp: (71) 99953-5070

Resposta Rápida

A periodontia trata as doenças que afetam a gengiva e o osso que sustenta os dentes. A gengivite e a periodontite são as condições mais comuns — e quando tratadas precocemente, permitem preservar os dentes por muito mais tempo. Sinais de alerta incluem sangramento ao escovar, gengiva inchada, mau hálito persistente e dentes que parecem estar se afastando. Quanto antes o tratamento começa, maiores são as chances de preservar os dentes naturais e evitar procedimentos mais complexos.

O que é Periodontia?

A periodontia estuda e trata as estruturas que sustentam os dentes: a gengiva, o osso alveolar, o cemento radicular e o ligamento periodontal. Quando essas estruturas são afetadas por bactérias, inflamação ou outros fatores, o dente perde sua base de sustentação e pode, em casos graves, ser perdido.

As doenças periodontais afetam uma parcela significativa da população adulta e muitas vezes evoluem de forma silenciosa, sem dor, até atingirem estágios mais avançados. Por isso, o diagnóstico precoce e o acompanhamento periódico são fundamentais — cuidar da gengiva é também proteger a saúde bucal e geral do paciente, já que a inflamação periodontal pode ter repercussões que vão além da boca.

No Salvador Dental Studio, o tratamento periodontal é realizado de forma integrada com as demais especialidades da clínica, garantindo que a saúde das gengivas seja um pré-requisito para qualquer outro tratamento — seja implante dentário, prótese ou alinhadores.

Quais São as Doenças Periodontais?

Gengivite

A gengivite é a forma mais inicial e reversível de doença periodontal. Caracteriza-se pela inflamação da gengiva causada pelo acúmulo de placa bacteriana. Os principais sintomas são sangramento ao escovar, gengiva avermelhada e edemaciada.

Quando tratada nesta fase, a doença regride completamente sem deixar sequelas.

Periodontite

Quando a gengivite não é tratada, a inflamação avança para os tecidos mais profundos, destruindo o osso e o ligamento que sustentam os dentes. Esse estágio é chamado de periodontite.

A periodontite pode evoluir de forma lenta e silenciosa, e em estágios avançados pode levar à mobilidade dental e à perda dos dentes. Além disso, estudos associam a periodontite a condições sistêmicas como diabetes, doenças cardiovasculares e complicações na gestação.

Qual a diferença entre gengivite e periodontite?

Critério Gengivite Periodontite
Causa Acúmulo de placa bacteriana Gengivite não tratada, com evolução da inflamação
Inflamação Restrita à gengiva Atinge tecidos profundos (osso e ligamento)
Perda óssea Não há Presente, podendo ser progressiva
Sintomas Sangramento, vermelhidão, inchaço Sangramento, mobilidade, retração, pus, mau hálito
Tratamento Raspagem simples e orientação de higiene Raspagem, alisamento radicular e, quando necessário, cirurgia
Prognóstico Excelente, resposta rápida Requer manutenção contínua para controle
Reversibilidade Totalmente reversível Não reversível — o osso perdido não se regenera, mas o quadro pode ser estabilizado

Na prática, a diferença mais importante entre as duas está no dano causado. A gengivite fica restrita à gengiva e desaparece completamente com tratamento e boa higiene. Já a periodontite avança para o osso que sustenta os dentes, e esse osso, uma vez perdido, raramente é recuperado por completo. Por isso, tratar a gengivite ainda na fase inicial é a forma mais eficaz — e mais simples — de evitar que ela evolua para periodontite. A sondagem periodontal, feita durante a consulta, é o exame que permite diferenciar as duas condições com precisão.

Quando Procurar um Periodontista?

Consulte um especialista em periodontia se você apresentar:

Mesmo sem sintomas evidentes, pacientes com fatores de risco — como tabagismo, diabetes ou uso de medicamentos que afetam a gengiva — devem passar por avaliação periodontal regularmente. O acompanhamento preventivo é especialmente importante para quem tem histórico familiar de doença periodontal, mesmo sem sintomas visíveis.

Quais sintomas indicam que você precisa de um periodontista?

Nem todo sintoma gengival tem o mesmo peso, e entender a diferença ajuda a decidir quando buscar avaliação.

Gengiva sangrando é o sinal mais comum e, também, o mais ignorado. Gengiva saudável não sangra — se isso acontece ao escovar ou passar fio dental, há inflamação em curso, mesmo sem dor.

Retração gengival, quando a gengiva parece “descer” e expõe parte da raiz do dente, geralmente indica perda de tecido de suporte e merece avaliação, mesmo sem dor associada.

Gengiva inchada ou avermelhada costuma ser o primeiro sinal visível de gengivite e, na maioria dos casos, responde bem a um tratamento simples.

Dentes amolecendo ou se afastando são sinais mais avançados, associados à perda óssea da periodontite, e pedem avaliação sem demora.

Sensibilidade na região da gengiva, especialmente ao frio, pode indicar exposição da raiz por retração.

Presença de pus entre dente e gengiva é sinal de infecção ativa e deve ser avaliada o quanto antes.

Mau hálito persistente, mesmo com boa escovação, pode ter origem em bolsas periodontais onde bactérias se acumulam.

De forma geral, qualquer sintoma que persista por mais de uma ou duas semanas — mesmo que pareça pequeno — já justifica uma consulta. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais simples tende a ser o tratamento.

Sangramento na gengiva é normal?

Não. Essa é, provavelmente, a crença mais comum — e mais prejudicial — sobre saúde bucal. Gengiva saudável não sangra ao ser escovada ou ao contato com o fio dental. O sangramento é sempre sinal de inflamação, mesmo quando discreto e mesmo quando não há dor.

Na maioria dos casos, o sangramento aparece na fase de gengivite, quando o quadro ainda é totalmente reversível. O problema é que, por não doer, muitas pessoas convivem com o sintoma por meses ou anos, permitindo que a inflamação avance silenciosamente para as estruturas mais profundas — o que caracteriza a periodontite.

Ignorar o sangramento gengival é uma das principais razões pelas quais pacientes diagnosticam a doença periodontal apenas em estágio avançado. Se o sangramento persiste por mais de alguns dias, mesmo que a escovação tenha melhorado, a recomendação é sempre buscar avaliação profissional. Quanto mais cedo a inflamação é tratada, maiores são as chances de preservar os dentes sem necessidade de procedimentos cirúrgicos mais complexos.

Como saber se tenho doença periodontal?

Se você identificou um ou mais desses sinais, uma avaliação periodontal permite confirmar o diagnóstico e definir o tratamento mais indicado para o seu caso.

Não dá para confirmar uma doença periodontal só olhando no espelho — mas alguns sinais juntos já indicam forte probabilidade. Se você tem gengiva que sangra com frequência, percebe mau hálito mesmo escovando bem os dentes, sente que algum dente está mais sensível ou “balançando” um pouco, ou nota que os dentes parecem maiores do que antes, as chances de haver periodontite em curso são altas.

A única forma de confirmar o diagnóstico, no entanto, é a sondagem periodontal: um exame simples e indolor, feito em consultório, que mede a profundidade das bolsas entre dente e gengiva. Bolsas rasas indicam saúde; bolsas profundas indicam perda óssea já instalada. Esse exame, junto com o raio-X digital, é o que permite saber com precisão em que estágio a doença está — e não apenas suspeitar dela.

Qual dentista trata problemas na gengiva?

O clínico geral costuma ser o primeiro profissional a identificar sinais de inflamação gengival, seja durante uma consulta de rotina ou no tratamento de outra queixa. Em casos iniciais de gengivite, muitas vezes o próprio clínico geral consegue orientar a raspagem e os cuidados de higiene necessários.

Já o periodontista é o especialista dedicado especificamente ao diagnóstico e tratamento das doenças que afetam gengiva, osso alveolar e ligamento periodontal. O encaminhamento a esse especialista costuma ocorrer quando há sinais de periodontite, retração gengival significativa, necessidade de cirurgia periodontal ou de enxerto gengival, ou quando o caso não responde ao tratamento inicial.

Pacientes que preferem buscar diretamente um especialista em gengiva — sem passar antes pelo clínico geral — também podem ser atendidos, especialmente diante de sintomas mais evidentes, como sangramento persistente, mobilidade dental ou histórico familiar de doença periodontal. No Salvador Dental Studio, a avaliação inicial já considera essa possível necessidade de especialização, o que agiliza o diagnóstico.

O que faz um periodontista?

O periodontista é o especialista responsável pela prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças que afetam a gengiva e os tecidos de suporte dos dentes. É, na prática, o especialista em gengiva a quem o clínico geral encaminha os casos que exigem manejo mais aprofundado.

Esse profissional atua em três frentes principais. A primeira é o diagnóstico: sondagem periodontal, avaliação de radiografias e identificação do estágio exato da doença, algo que exige treinamento específico para medir com precisão. A segunda é o tratamento não cirúrgico, que cobre a maioria dos casos: raspagem, alisamento radicular e orientação de higiene voltada ao perfil de cada paciente. A terceira é o tratamento cirúrgico, reservado a casos mais avançados — cirurgia de acesso para limpeza profunda, enxertos gengivais e, quando indicada, regeneração óssea.

Além de tratar a doença já instalada, o periodontista também atua de forma preventiva, acompanhando pacientes de risco (fumantes, diabéticos, pessoas com histórico familiar) antes que qualquer sintoma apareça, e dá suporte a outras especialidades — validando a saúde da gengiva antes de implantes, próteses ou movimentação ortodôntica.

Quem tem diabetes precisa de acompanhamento periodontal?

Sim, e a recomendação vale nos dois sentidos. Pessoas com diabetes têm maior propensão a desenvolver periodontite, já que o controle glicêmico alterado favorece a inflamação e dificulta a cicatrização dos tecidos gengivais. Ao mesmo tempo, a periodontite não tratada dificulta o controle da glicemia, criando um ciclo que reforça os dois problemas.

Por isso, pacientes diabéticos costumam se beneficiar de um intervalo de manutenção periodontal mais curto do que o padrão de 3 a 6 meses, com acompanhamento próximo entre a equipe odontológica e o médico responsável pelo tratamento da diabetes. Identificar e tratar a doença periodontal precocemente é uma forma comprovada de apoiar o controle metabólico geral do paciente.

Principais Tratamentos Realizados

Procedimento Indicação
Raspagem Supra e Subgengival Remoção de tártaro e biofilme
Alisamento Radicular Tratamento da superfície da raiz
Cirurgia Periodontal Casos moderados a avançados
Enxerto Gengival Cobertura de raízes expostas
Manutenção Periodontal Controle após o tratamento ativo

Raspagem e Alisamento Radicular

É o tratamento inicial da periodontite. Consiste na remoção do tártaro e do biofilme bacteriano acumulados na superfície dos dentes e das raízes, abaixo da gengiva. O procedimento é realizado com anestesia local e é fundamental para interromper a progressão da doença.

Cirurgia Periodontal

Em casos mais avançados, onde a raspagem não é suficiente para acessar todas as áreas afetadas, a cirurgia periodontal permite um acesso mais amplo para limpeza profunda e, quando necessário, regeneração óssea. Em alguns casos, o pós-operatório é acompanhado com fotobiomodulação a laser, recurso que ajuda a reduzir o desconforto e favorecer a cicatrização dos tecidos.

Enxerto Gengival

Quando há retração gengival significativa com exposição de raízes, o enxerto de tecido mole cobre as raízes expostas, reduz a sensibilidade e melhora a estética do sorriso.

Manutenção Periodontal

Após o tratamento ativo, o paciente entra em fase de manutenção, com consultas periódicas para controle do biofilme, avaliação dos tecidos e prevenção de recidivas. A manutenção é tão importante quanto o tratamento em si.

Retração gengival tem tratamento?

Você percebeu que seus dentes parecem maiores do que antes, ou que uma raiz ficou mais exposta perto da linha da gengiva? Muitas vezes isso acontece porque a gengiva se retraiu, expondo parte da raiz do dente — e sim, tem tratamento.

A retração gengival pode ter origem em escovação muito agressiva, doença periodontal, posicionamento dentário desfavorável, uso de aparelho ortodôntico ou até características anatômicas individuais da gengiva.

Quando a retração é discreta e não compromete a estética nem gera sensibilidade relevante, muitas vezes o acompanhamento e o ajuste da técnica de escovação já são suficientes para estabilizar o quadro, sem necessidade de cirurgia.

Já nos casos com exposição significativa da raiz, sensibilidade importante ao frio ou impacto estético no sorriso, o enxerto de tecido gengival é o procedimento indicado. Ele cobre a raiz exposta, reduz a sensibilidade e devolve simetria à margem gengival.

O ponto mais importante é o diagnóstico correto da causa: tratar a retração sem identificar o que a originou tende a produzir recidiva. Por isso, a avaliação clínica detalhada — muitas vezes com apoio de fotografias e, quando necessário, radiografia — precede qualquer indicação de enxerto. Quanto antes esse diagnóstico é feito, maior a chance de resolver o caso com abordagens simples, sem precisar de cirurgia.

Como Funciona o Tratamento Periodontal?

1. Avaliação e Diagnóstico

Realizamos uma sondagem periodontal completa para medir a profundidade das bolsas gengivais, avaliar a mobilidade dos dentes e identificar o grau de comprometimento periodontal. Todo o processo é apoiado por recursos de odontologia digital, com raio-X digital complementando o diagnóstico por meio da avaliação do nível ósseo.

2. Fase Inicial — Raspagem e Instrução de Higiene

O tratamento começa com a remoção de tártaro e biofilme (raspagem) e com a orientação detalhada de higiene bucal. Muitos casos respondem bem a essa fase inicial sem necessidade de cirurgia.

3. Reavaliação

Após 4 a 6 semanas do tratamento inicial, reavaliamos os tecidos para verificar a resposta ao tratamento e decidir se há necessidade de procedimentos complementares.

4. Fase Cirúrgica (quando necessário)

Em casos que não respondem adequadamente ao tratamento inicial, indicamos a cirurgia periodontal para acesso e limpeza mais profunda.

5. Manutenção Periodontal

Concluído o tratamento ativo, o paciente passa a consultas de manutenção a cada 3 ou 6 meses, conforme o caso, para garantir a estabilidade dos resultados a longo prazo.

O que acontece se a doença periodontal não for tratada?

Quando a periodontite não é tratada, a doença segue um curso previsível — e progressivo. A inflamação continua destruindo o osso que sustenta os dentes, o que leva ao aumento gradual da mobilidade dentária. Em estágios avançados, a perda óssea pode ser suficiente para que o dente se solte ou precise ser extraído.

A retração gengival tende a se acentuar, expondo cada vez mais raiz e comprometendo tanto a estética quanto o conforto do paciente. A mastigação também é afetada: dentes móveis ou com suporte ósseo reduzido perdem eficiência mastigatória, o que pode levar a mudanças na dieta e no equilíbrio da mordida.

Para quem já tem ou planeja implantes ou próteses, a doença periodontal não tratada compromete diretamente o resultado: bactérias e inflamação ativas aumentam o risco de perimplantite e reduzem a estabilidade de próteses que dependem da saúde gengival.

Por fim, estudos associam a periodontite não tratada a impactos sistêmicos — como agravamento do controle glicêmico em diabéticos e maior risco cardiovascular — reforçando que o cuidado com a gengiva vai além da boca.

Periodontia e Implantes Dentários

A saúde periodontal é pré-requisito para a realização de implantes dentários. Pacientes com doença periodontal ativa têm maior risco de perimplantite — uma infecção ao redor do implante similar à periodontite — e devem primeiro controlar a doença gengival antes de receber implantes. Muitos pacientes, aliás, descobrem a doença periodontal justamente durante o planejamento para colocação de implantes, quando a avaliação clínica revela um quadro que ainda não tinha sido percebido.

No Salvador Dental Studio, a avaliação periodontal faz parte do planejamento de todo tratamento reabilitador, garantindo que os implantes sejam instalados em um ambiente bucal saudável e com maior previsibilidade de sucesso.

Essa relação não se limita aos implantes. A estabilidade de próteses dentárias, especialmente as fixadas sobre dentes remanescentes, depende diretamente da saúde do tecido de suporte — uma gengiva inflamada compromete a adaptação e a durabilidade da prótese. Da mesma forma, tratamentos com alinhadores transparentes movimentam os dentes dentro do osso alveolar, e mover dentes sobre um periodonto doente aumenta o risco de perda óssea adicional durante o tratamento ortodôntico.

Por isso, a avaliação periodontal deve fazer parte da rotina de cuidados bucais, e não apenas de momentos de sintoma — principalmente para quem planeja qualquer forma de reabilitação oral. Investir no cuidado periodontal é investir na saúde bucal a longo prazo, e na base sobre a qual qualquer outro tratamento odontológico será construído.

Quanto Custa o Tratamento Periodontal em Salvador?

O valor depende principalmente da gravidade da doença, da quantidade de dentes afetados, da necessidade de raspagem, cirurgia periodontal e do número de sessões previstas no plano de tratamento. Casos iniciais de gengivite têm custo significativamente menor do que tratamentos de periodontite avançada com cirurgia.

Por isso, o diagnóstico precoce é sempre mais vantajoso — tanto para a saúde quanto para o bolso.

Resposta rápida

O cuidado periodontal deve fazer parte da rotina odontológica de qualquer pessoa, não apenas de quem já apresenta sintomas. O custo do tratamento periodontal depende do estágio da doença gengival, da quantidade de dentes envolvidos e da necessidade de procedimentos como raspagem ou cirurgia periodontal. Casos diagnosticados precocemente costumam exigir tratamentos mais simples e acessíveis.

Quer saber se você tem doença periodontal?

Agende uma avaliação. Nossa equipe realiza diagnóstico completo e apresenta um plano de tratamento personalizado.

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Atendimento Periodontal no Caminho das Árvores

Com o acompanhamento periodontal adequado, é possível manter uma boca saudável e um sorriso confiante por muito mais tempo.

O Salvador Dental Studio está localizado no Caminho das Árvores, atendendo pacientes de toda Salvador que buscam tratamento gengival especializado, incluindo moradores da Pituba, Itaigara, Stiep, Iguatemi, Costa Azul, Armação e região da Paralela.

Nossa estrutura e equipe permitem realizar desde consultas preventivas até cirurgias periodontais com segurança, conforto e acompanhamento completo.

Tecnologia e Equipe Multidisciplinar

Estrutura Moderna

Equipe Especializada

Contamos com uma equipe de 7 especialistas que atuam de forma integrada, garantindo que o tratamento periodontal seja coordenado com as demais necessidades odontológicas de cada paciente — incluindo casos que exigem suporte de endodontia antes da reabilitação periodontal, quando o dente também apresenta comprometimento do canal.

Atendimento Humanizado

Sabemos que o diagnóstico de doença periodontal pode gerar ansiedade. Nossa equipe explica cada etapa do tratamento de forma clara e acompanha o paciente durante todo o processo.

Perguntas Frequentes

Doença periodontal tem cura?

A gengivite é totalmente reversível com tratamento adequado e boa higiene bucal. A periodontite não tem cura no sentido estrito — o osso perdido raramente é recuperado completamente — mas pode ser controlada com tratamento e manutenção, permitindo que os dentes sejam preservados por muitos anos.

Sangramento gengival é normal?

Não. Gengiva saudável não sangra. O sangramento ao escovar ou usar fio dental é um sinal de inflamação e deve ser avaliado pelo dentista. Muitas pessoas acreditam que o sangramento é normal, o que retarda o diagnóstico e o tratamento.

A raspagem dói?

A raspagem é realizada com anestesia local, por isso não há dor durante o procedimento. Após o efeito da anestesia, pode haver sensibilidade nos dentes por alguns dias, controlada com medicação e cuidados indicados pela equipe.

Quantas sessões de raspagem são necessárias?

Depende da extensão do comprometimento periodontal. Casos mais leves podem ser resolvidos em 1 a 2 sessões. Casos mais extensos podem exigir 4 sessões ou mais, com divisão por quadrantes da boca.

Posso fazer implante com doença periodontal?

Não diretamente. A doença periodontal precisa ser controlada antes da instalação de implantes dentários. Pacientes com periodontite ativa têm maior risco de perda do implante por infecção. O controle periodontal é etapa obrigatória no planejamento reabilitador. Antes de qualquer tratamento reabilitador, é importante passar por uma avaliação periodontal para garantir que a base de sustentação dos dentes esteja saudável.

Periodontite tem relação com outras doenças?

Sim. Estudos científicos associam a periodontite a diabetes, doenças cardiovasculares, parto prematuro e outras condições sistêmicas. O mecanismo envolve a disseminação de bactérias e mediadores inflamatórios pela corrente sanguínea. Tratar a doença periodontal contribui para a saúde geral do organismo — mais um motivo para não deixar os sintomas gengivais sem avaliação.

Com que frequência devo fazer manutenção periodontal?

Após o tratamento ativo, a manutenção periodontal é realizada geralmente a cada 3 ou 6 meses, dependendo do histórico e da estabilidade do caso. Pacientes em manutenção têm taxas muito menores de recidiva da doença.

Retração gengival tem tratamento?

Sim. Nos casos em que a retração é significativa — com exposição de raízes, sensibilidade ou comprometimento estético — o enxerto gengival é uma solução eficaz para cobrir as raízes expostas e estabilizar a margem gengival. Um acompanhamento adequado, por outro lado, pode evitar que quadros mais leves evoluam a esse ponto.

Como é feita a primeira consulta com o periodontista?

A primeira consulta reúne anamnese, exame clínico e sondagem periodontal para medir a profundidade das bolsas gengivais. Quando necessário, complementamos com raio-X digital para avaliar o nível ósseo. Ao final, você já sai com o diagnóstico do estágio da doença e uma explicação clara das próximas etapas.

O tratamento periodontal demora?

Varia conforme o estágio. Casos de gengivite costumam ser resolvidos em uma ou duas sessões de raspagem. Casos de periodontite mais avançada envolvem raspagem por quadrantes, reavaliação após 4 a 6 semanas e, se necessário, uma etapa cirúrgica — o que estende o tratamento por alguns meses, seguido da fase de manutenção contínua.

Toda gengiva retraída precisa de enxerto?

Não. Retrações discretas, sem sensibilidade relevante ou impacto estético, muitas vezes só precisam de acompanhamento e ajuste na técnica de escovação. O enxerto é indicado quando há exposição significativa da raiz, sensibilidade importante ou comprometimento visível do sorriso — sempre após avaliação clínica da causa.

O plano de tratamento é feito no mesmo dia?

Na maioria dos casos, sim. Após a sondagem periodontal e a avaliação radiográfica, já é possível definir o estágio da doença e apresentar o plano de tratamento na própria consulta, incluindo número estimado de sessões e eventual necessidade de cirurgia.

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Cuidar da gengiva é o primeiro passo para qualquer tratamento odontológico duradouro.

Se você percebeu sinais de doença gengival ou quer fazer uma avaliação preventiva, agende uma consulta no Salvador Dental Studio.

Nossa equipe vai diagnosticar o estágio da sua saúde periodontal, explicar as opções de tratamento e traçar um plano personalizado para preservar seus dentes e sua saúde bucal.

Portanto, não deixe os sinais de alerta passarem despercebidos.

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Entre em contato conosco para tirar dúvidas e agendar sua avaliação periodontal.

Gengiva saudável é a base de um sorriso duradouro.